A Cibercultura nos dias de hoje, representa-se igualmente na imaginação dos cineastas, que se encarregam de transportar para o cinema toda a culturalidade associada às relações dos humanos com as máquinas, ao possível controlo dos robôs com a evolução do homem e da tecnologia, até à ligação entre humanos e andróides... ou até mesmo os Cyborges que são um híbrido máquina e organismo.
Com os processos de investigação e de ficção, desenvolvem-se outros com incidência na Realidade Virtual, nos jogos de computador, hoje disputados online e em tempo real com outros jogadores dispersos pelo mundo.
No Ciberespaço criam-se "guerras" entre "personagens virtuais" e o personagem "homem", que acaba por se envolver nesta duplicidade de vidas - real e virtual. Tanto que, ao projectar-se para outra "dimensão" e identidade "virtual", está a iludir a sua própria existência. Ou seja, joga-se uma outra vida com regras próprias de um mundo fictício onde o mundo real não faz sentido.